Crítica | A Bruxa na Janela

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(📷ONEBADHOUSEFILMS)

A Bruxa na Janela é um longa de drama/terror (2018), dirigido por Andy Mitton, tendo no elenco Arija Bareikis, Alex Draper, Carol Stanzione e Charlie Tacker. A trama se desenvolve após Simon (Draper) adquirir uma fazenda, a qual por causa de sua antiga construção e longo abandono necessitava de algumas reformas. Com isso, ele se muda para o local, levando também seu filho Finn (Tacker) como uma tentativa de reaproximação entre eles.

Por desconhecer a história que envolvia aquela casa, logo que chegaram nenhum deles foi pego com algum sentimento estranho em relação ao lugar, muito pelo contrário. Simon (Draper) estava totalmente encantado com os detalhes e a excentricidade da casa, mesmo sabendo o quanto seria trabalhoso arrumar todos os estragos causados pelo tempo e pela má conservação do local. Parecia que, para ele, era o seu destino estar ali e arrumar tudo. Sabendo que precisava de ajuda, Simon (Draper) contratou uma pessoa que morava próximo, mesmo sem saber que até este homem teria uma conexão com a casa.

A Bruxa na Janela
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Ao longo dos dias sutis acontecimentos começaram a ocorrer, com mais intensidade para Finn (Tacker), durante a madrugada e nos momentos que ele ficava sozinho. Mas não demorou muito para que seu pai também percebesse que havia algo estranho na casa.

Por mais simples que seja o roteiro, a ineficácia das atuações nos momentos mais densos e o modo como foi escolhido para se apresentar a personificação do sobrenatural dentro da história, não amedrontando muito, mesmo com todos esses aspectos é um filme bom. Talvez a falta de sucesso, além de todos os fatores anteriormente citados, também seja a fórmula tão batida de fantasmas mais ângulos de câmera que, se não inovadores, tendem a desagradar muito o público e aos fãs do gênero.

Assista ao trailer:

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