O fenômeno The Witcher: entenda como a série se tornou um sucesso de público

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“Dê um trocado pro seu Bruxo!” ficou na mente do público, mas não foi a única cena marcante de The Witcher. A série vem conquistando seu espaço, e já bateu inúmeros recordes de visualizações na plataforma. Neste artigo, iremos entender algumas situações que ajudaram a série a alcançar o topo, ainda na sua primeira temporada.

Série nova, velhos conhecidos

O universo de The Witcher já estava pronto, como uma orquestra sinfônica com seus vários músicos. Em meados dos anos 80, o escritor polonês Andrzej Sapkowski criou a saga de Geralt nos livros. No começo, eram contos que descreviam a trajetória do bruxo com habilidades mutantes que era contratado para matar monstros. Nos anos 90, romances foram sendo feitos, contando mais sobre a relação de Geralt com Ciri e Yennefer. Em 2007, a CD Projekt Red lançou o primeiro jogo baseado na história de The Witcher, este que veio a se tornar uma trilogia, culminando com The Witcher 3: Wild Hunt, eleito o GOTY (Jogo do Ano) em 2015. A partir daí, a série da Netflix já possuía um enorme público alvo esperando o lançamento da série.

Henry Cavill

O ator que viveu o Superman da DC Comics surpreendeu na identificação com o papel. A sua trajetória para conseguir ser Geralt de Rívia foi algo incrível. Ele conheceu a história através dos jogos, e confessou a vontade de participar da série. Logo após, os fãs começaram a fazer campanha para os produtores contratarem Cavill para viver Geralt. O mesmo implorou uma audição com a showrunner da série, e conseguiu o papel. O ator nunca disfarçou que Geralt era um de seus personagens preferidos dos jogos, e certamente isso impulsionou mais ainda sua performance na série. Cavill ficou “gigante” no papel, é a grata e grande surpresa de The Witcher.

Confrontos e aparência

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Claro, The Witcher possui uma história fantástica e um enredo cativante, com personagens carismáticos. Por outro lado, é impossível não destacar as coreografias de luta produzidas na série. As cenas, quando vinham, se destacavam pelos movimentos e pela aproximação da realidade conforme a câmera andava. Alguns críticos, até, comparavam a série com o aclamado Game of Thrones, dizendo que suas lutas deixavam GoT “passar vergonha”.

Apesar disso, a maior parte dos críticos não amou tanto a série como o público. Alguns achavam a série confusa por suas três linhas do tempo diferentes, e a criticavam por não demonstrar a história claramente pro público geral.

A beleza visual da série é deslumbrante. Os cenários medievais, o figurino dos personagens, juntamente com a roteirização funcionam com coesão, quase como um perfeito instrumento de música, assim como nas grandes orquestras sinfônicas.